Uma figura gráfica é uma forma com nome criada pelo próprio histórico de preços — uma sucessão de máximos e mínimos disposta de um modo a que foi dado um rótulo. Ao contrário de um indicador, uma figura não é calculada mas reconhecida, o que significa que as suas fronteiras são desenhadas por uma pessoa, ou por uma regra que alguém escreveu, e dois leitores podem marcar o mesmo troço de gráfico de forma diferente seguindo cada um a definição que aprendeu.
Dar nome a uma forma é descrever o que já foi desenhado. Uma figura define-se por barras que fecharam, e o relato do que costuma seguir-se a ela pertence à tradição de onde vem o nome e não ao gráfico; a mesma forma ocorre em históricos de preços onde não se seguiu nada, e aparece ou desaparece quando se muda o período do gráfico. As figuras também costumam ser descritas em conjunto com uma condição que ainda não aconteceu — um nível a ser quebrado, uma fronteira além da qual há-de fechar-se — pelo que a forma e o desfecho são duas coisas distintas, e só a primeira está no ecrã.
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O que uma vela codifica, porque o intervalo muda a resposta, níveis antes de padrões, e os tipos de gráfico que deitam fora o tempo de propósito.