As opções cambiais vencem numa hora de corte declarada — um ponto fixo do dia indicado no contrato, e não o momento em que o dia de calendário acaba — e as posições a elas associadas deixam de estar vivas nesse instante. Nas horas anteriores, as coberturas mantidas contra essas opções são desfeitas ou ajustadas, e as compras e vendas daí resultantes são o que os operadores chamam fluxos de vencimento.
O efeito observável, quando existe, é habitualmente descrito como o mercado à vista a ser atraído para um nível onde vence um montante avultado, ou a ser mantido perto dele, e a mover-se mais livremente depois de passada a hora de corte. Duas cautelas acompanham esta descrição. O mercado de opções fora de bolsa não publica as suas posições, pelo que as listas de vencimentos que circulam nos comentários são estimativas recolhidas junto de contactos de mercado e não um registo, e a sua completude não pode ser verificada. E um vencimento é uma influência entre muitas: uma divulgação agendada, uma declaração de política ou simplesmente liquidez fina da sessão podem anulá-lo por completo. Explica comportamentos já ocorridos com muito mais fiabilidade do que antecipa os que ainda não ocorreram.
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Como o mercado de opções chega ao preço à vista
As posições em opções têm de ser cobertas, e cobrir significa transaccionar à vista. O que é esse fluxo, por que se concentra perto de certas taxas e por que quase tudo o que se diz dele é estimativa.