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Local de execução

Onde a ordem é mesmo executada — mercado exterior, fornecedor de liquidez ou livro da própria corretora — e porque a política tem de o dizer.

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85 de 134 em Corretoras e Regulação

Um local de execução é onde uma ordem é efectivamente executada, por oposição ao sítio de onde é enviada. Nas regras de conduta europeias o termo abrange mercados regulamentados, sistemas de negociação multilateral e organizados, internalizadores sistemáticos, criadores de mercado e outros fornecedores de liquidez. Numa conta de retalho de divisas ou CFD o local é, quase sempre, a própria entidade da corretora: negoceia por conta própria contra o cliente e gere separadamente a exposição daí resultante, pelo que a ordem nunca chega a uma bolsa. A política de execução de ordens tem de identificar os locais em que a empresa se apoia, ou as suas categorias, e explicar como escolhe entre eles. É nesse documento que se descobre se a sua ordem encontra um mercado exterior ou o livro da própria corretora, e é a única descrição pública de quem fica do outro lado do negócio. O que não lhe diz é o preço que vai obter: isso depende da liquidez disponível no local no momento em que a ordem chega.

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